25 de junho de 2011

Tristeza ou depressão?




Quem trabalha na área sabe que somos seres bio-psico-sociais. Acontece que cada um tem suas preferências teóricas e assim existe a turma do bio, a do psico e a do social. A depressão é um problema para todos os que não sabem operar com as três variáveis ao mesmo tempo. Os psiquiatras clínicos (bio) acham que quase tudo depende da concentração da serotonina nas sinapses cerebrais: quando ela fica baixa nos sentimos fracos e tristes e passamos a ver a vida pela ótica pessimista que acaba interferindo sobre o estado mental e sobre nossas relações interpessoais. Os psicoterapeutas (psico) acham que quase tudo depende de conflitos íntimos derivados de experiências dolorosas na infância e adolescência: inseguranças sexuais, baixa auto-estima dentre tantas condições negativas nos deixam tristes, incompetentes para o amor e para as boas relações sociais, condição na qual também nos sentimos deprimidos. Os sociólogos (sociais) acham que quase tudo acontece por força das circunstâncias que nos rodeiam: criamos um meio social mais voltado para a produção e o consumo, e nosso habitat, exigente e cada vez mais difícil, nos leva a um estado depressivo por não estarmos de acordo com todas as expectativas (riqueza, magreza, etc.).

Nunca me filiei a escolas e tenho horror a dogmas. Fui dos primeiros a ver a depressão como um tema complexo: as pessoas estão crescendo mais frágeis por força de uma educação mais permissiva e não estão sendo capazes de lidar com as pressões sociais que só têm crescido. Isso faz com que a incidência de quadros depressivos esteja crescendo efetivamente. Os médicos não sabiam fazer diagnóstico que, de fato, se tornou mais acurado (em parte, é verdade, por pressão da indústria farmacêutica, interessadíssima em vender os novos antidepressivos) e isso também modificou o número de casos de depressão. Qualquer que seja a causa, psicológica ou social, ao longo do tempo, sempre existem repercussões sobre os neurotransmissores cerebrais e o uso de antidepressivos pode ajudar a aliviar a dor mesmo naqueles casos em que os problemas são concretos e objetivos, para os quais a psicoterapia também está indicada. A concomitância de psicoterapia com o uso de antidepressivos é algo que faço desde 1967 e ainda hoje muitos psicanalistas (e alguns psiquiatras clínicos) acham prática indevida. É claro que as depressões podem acontecer por força de perturbações originárias de predisposições orgânicas (familiares ou não) e aí acontece o contrário: a pessoa deprimida enxerga mal a si mesmo e sua realidade.

Minha convicção é a de que se trata de um caminho de mão dupla: perturbações na química cerebral alteram a forma de pensar ao passo que pensamentos equivocados, derivados de conflitos psicológicos íntimos ou de se ter que viver num meio social inóspito, provocam alterações na química do cérebro. Apesar de não parecer, o pensamento é o subproduto misterioso da atividade cerebral. Um subproduto curioso, uma vez que ganha poderes próprios, inclusive para interferir na atividade cerebral. É tudo muito complexo e a questão não cabe numa fórmula simplista. Assim, cada caso é um caso que deve ser estudado detalhadamente. O ramo é mais parecido com a alta costura do que com o prêt-à-porter.

Podemos tentar classificar nosso sofrimento íntimo como normal ou patológico, condição à qual voltarei no próximo artigo. Trata-se de uma avaliação complexa e difícil. Podemos pensar em tristeza com causa objetiva determinante e estados depressivos (tristeza e depressão são, hoje em dia, usados como sinônimo) definidos antes de tudo por alterações na química cerebral. Não se deve subestimar a dificuldade presente neste tipo de divisão, pois estados de alma interferem sobre a química e vice-versa.

Penso que é muito mais útil separar os estados depressivos em sofrimento construtivo e produtivo ou improdutivo e pouco útil - senão completamente inútil. Do ponto de vista prático, esta é a classificação que determina o tipo de interferência do profissional de saúde. O sofrimento produtivo é aquele que deriva da tomada de consciência de erros que cometemos: a autocrítica é sempre muito dolorosa quando, por exemplo, um empresário tem que perceber que sua situação financeira se deteriorou por força de equívocos previsíveis; dói para alguém que perdeu o parceiro sentimental por razões que poderiam ter sido evitadas, dentre tantos outros exemplos. A fase de avaliação do ocorrido é extremamente produtiva e pode levar a importantes mudanças psicológicas, melhorando as condições da vida futura. Numa situação dessas seria quase criminoso fazer uso de algum tipo de medicação que viesse a prejudicar a reflexão em toda sua profundidade.

Nos casos de luto por morte de pessoa querida a situação é diferente, já que não temos que aprender nada acerca de nossas atitudes. Talvez tenhamos muito a aprender sobre condição humana e, é claro, cabe a dor e sofrimento que, diga-se de passagem, nenhum tipo de medicamento é capaz de atenuar muito durante a fase aguda da tristeza.

Acontece que, tanto no caso da autocrítica útil e construtiva quanto no luto necessário para melhor entendermos nossa condição, pode acontecer do estado depressivo se estender para além do útil e conveniente. No caso do empresário que aprendeu com seus erros, é claro que ele terá que sair do estado depressivo e ir atrás de salvar o que restou de seus negócios. Para conseguir fazer isso é preciso que esteja um pouco mais disposto. Isso vale para quase todas as condições depressivas que se prolongam para além do que é produtivo e útil. Aí cabe sim tentarmos ajudar a pessoa a sair do atoleiro depressivo (que, muitas vezes, já se tornou um fato químico) por meio do uso de medicamentos e psicoterapia (que está indicada também na fase de autocrítica).

Nos casos em que a depressão é de origem essencialmente química, todo o sofrimento é inútil e a mente patina em medos e pensamentos obsessivos de caráter negativo dos quais nada de bom se pode extrair. Cabe lançar mão de todos os recursos hoje disponíveis para amenizar este tipo de dor que não leva a nada. 


Na prática clínica é relativamente fácil sabermos quando estamos diante de uma pessoa portadora de boa tolerância às dores e que tem, em concomitância, uma constituição neurofísiológica privilegiada. Estas criaturas agüentam bem os golpes da vida: lidam com as tristezas inexoráveis (algumas de intensidade dramática, como é o caso do luto e das rupturas amorosas) da melhor forma possível. Vivenciam o sofrimento de uma forma lúcida e tentam extrair dele lições de vida. Saem fortalecidas de tudo o que passam, pois a autoconfiança se beneficia muito da constatação de que são competentes para os piores tombos sem se acovardarem em relação ao futuro. Estas são as pessoas normais.

As que têm uma labilidade maior em sua formação orgânica podem, por nada, acordar, numa madrugada, péssimas. O medo toma conta delas (medos irracionais correspondem a um dos mais importantes sintomas da depressão e estão presentes de forma muito mais marcante nos casos em que o problema é mais endógeno, menos dependente de fatores externos) e elas passam a ver tudo por uma ótica extremamente negra. Padecem, conforme cada caso, de vários dos sintomas que têm sido descritos como parte dos quadros depressivos que devem receber também tratamento farmacológico. Estas são as pessoas que têm a predisposição orgânica para a depressão e, neste aspecto de suas vidas, são anormais.

Entre estes dois extremos estamos quase todos nós: nem sempre tão competentes para lidar com nossas dores, nem sempre tão dóceis e tolerantes quanto gostaríamos, nem sempre em condições de superar sem ajuda estas e outras adversidades da vida. A verdade é que a fronteira entre o que é normal e o que é patológico corresponde a uma faixa muito extensa, de modo que uma tristeza pode se iniciar como algo normal e, com o passar do tempo, ganhar aspectos mais graves (quando o esperado seria sua superação). Pessoas deprimidas por força de razões orgânicas podem decidir se livrar sozinhas de suas dores e tratar de sair do seu estado sem o auxílio de medicamentos ou de psicoterapia. Como já escrevi, penso mesmo que cada caso é um caso.

Faço parte daquele grupo de profissionais que tem uma atitude de profundo respeito pelos pacientes e sua forma de pensar. Minha experiência é basicamente com pessoas normais, termo que uso para incluir também os que estão na faixa fronteiriça e que são a maioria de nós (por isso mesmo normais, ao menos do ponto de vista estatístico).

Considero que necessita tratamento, seja medicamentoso ou psicoterapêutico, aquele que procura, espontaneamente, ajuda. Sei que nos casos claramente patológicos muitas vezes o paciente vem trazido por parentes e isso faz todo o sentido. Nas demais circunstâncias, quem decide se precisa ou não de ajuda (querer receber ajuda não é sinônimo de estar doente de depressão) é o paciente. Ao profissional de saúde cabe prestar o auxílio desejado pelo seu paciente segundo os critérios que sua consciência e formação lhe sugerem.


Flavio Gikovate 


Graziella Schazad -Take on Me


27 comentários:

ELIANA-Coisas Boas da Vida disse...

Lena uma beleza todas essas explicações sobre um mal que agride tanta gente,Faz um ano que perdi meu irmão mais velho e não consegui lidar com a situação chorava dia e noite sem parar resolvi procurar ajuda e estou quase boa...
beijo
bom fim de semana!

Paulo Francisco disse...

Hoje aqui, eu tive um aulão. Você sempre nos trazendo textos incriveis. Esqueço da vida lendo-os
Um lindo sábado pra você.
Um beijo grande.

AquilesMarchel disse...

sofrer por amor como se fosse a morte será que é normal? vingança alivia? sei lá as vezes parece que sim...otimo texto, tristeza ou depressão? ainda nem sei

Su disse...

Lena, seu texto de hoje é excelente, logo que entrei no meu blog e vi a chamada do seu texto, vim aqui conferir e valeu a pena, ele é explicativo, tem uma linguagem simples para esse assunto tão complexo e mostra algumas situações em que as pessoas podem tentar se identificar em seus "sentimentos" e histórias de vida próprias. Tudo se mistura em nós e tenho certeza que ninguém por livre vontade quer se sentir deprimido a ponto de até querer desistir da própria vida, acredito que exista alguma desfunção neurológica mesmo em casos mais sérios, e nessa hora como o texto diz, a família é super importante no encaminhamento da pessoa que está doente... Enfim, esse tem sido um grande mal atingindo tantas pessoas perto de nós. Um super beijo e um lindo final de semana. Su.

Marly Bastos in "palavreados ao vento" disse...

Lena,
Eu faço psicanálise e já analisamos vários casos de depressão. Conclusões não há, pois cada cabeça é de um pensar, um sofrer. O certo é que a depressão é uma doença na alma e é real. Muito real!
Tenho colegas que entraram em depressão e entre elas, houve quem foi parar numa cadeira de rodas...
Muitos tem esses sintomas como "frescuras", mas os fatos apontam que a alma adoece tanto quanto o corpo, ou talvez o corpo adoeça em função da alma já adoecida.
Depressão é uma tristeza tão profunda, que dói os ossos.
Lena querida, seu post foi magnífico e abrangeu todas as áreas da ciência.
Beijos grandes e uma tarde de sábado com muitas alegrias.

Peônia disse...

Querida obrigada pelo selo! Adorei! Já o peguei!
Beijos querida!

http://epifaniasdeumaflor.blogspot.com/2011/06/selo-pottery-friend.html

MARILENE disse...

Ando meio sem tempo, querida, e acabo não conseguindo fazer todas as visitas que desejo. Mas saiba que minha admiração pelo seu trabalho é constante.

Essa questão descrevida pelo famoso psicanalista é bastante controversa. Cada um deles tem uma opinião diferente, notadamente sobre uso de medicamentos. Mas quem já lidou, ou lida, com questões de depressão, em família, sabe que é uma doença e merece assim ser vista. O sofrimento é real e, sem ajuda profissional, não se sai dele.

Bjs.

Jorge (Nectan) disse...

Excelente texto. Mas creio que o que mais o profissional da saúde deve fazer é cuidar mais do doente e não apenas da doença.

Minha amiga, tem um selo prá você no meu blog "SELOS DO NECTAN" te esperando. Quando puder, dê uma passadinha lá.

Um beijo!!!

Ingrid disse...

tristeza... mas passa!..
tudo passa não é?..
belo texto querida..
beijos e bom finsi..

Meire disse...

Compotinha mais doce, depressão é uma questão do quanto somos resilientes, o quanto podemos aguentar mesmo que caídos tendo força para nos reerguer. E como o texto que eu gostei muito diz cada caso é um caso, mas a verdade é que a partir do momento em que não conseguimos lidar com o quer que tenha acontecido de maneira, vamos dizer, prática e sofremos constantemente por causa disso, temos que procurar ajuda. Mas temos que cair em nós e enxergarmos que precisamos de ajuda, pois ajudar quem acha que não precisa é mais difícil.
Eu acredito, talvez na minha tolice que verdadeiro remédio para depressão é nos cercarmos de pessoas felizes, é estar cercado de gente que nos quer bem e aprender a cada passo como somos queridos e que tbm podemos gostar tanto assim de nós mesmos. Todos os casos têm solução e os que não têm "solucionado está".

Adorei o texto!!!! E num conhecia essa música, GOSTI!!!! :)

Espero que esteja se divertindo aos montes com os pequeninos e enchendo eles de beijokitas nas bochechas rsrs :) estou bem melhor, já dormi um bocado agora a tarde. Agora é só apertar a teclinha "next" do video game e cair para dentro rsrs
Obrigada pelo bem que me faz e nem percebe, isso deve ser coisas de estrelinhas mesmo, saem derramando o brilho por onde passa *-*
te love muitooooo!!!!
bjokitas com muito carinho!!!!!

Vera Lúcia disse...

Um texto interessante e elucidativo.
Já ouvi médicos dizendo que depressão é uma coisa e tristeza é outra. Entendo a diferença e também que a tristeza pode levar à depressão.
Acredito mesmo é que tanto uma como outra causam sofrimento profundo e merecem todo tipo de atenção por parte dos familiares e especialistas.
Beijos e um lindo fim de semana.

Antônio Henrique disse...

Olá,LENA adorei muito o seu blog, o vi na página de um amigo.
gostei da interfase, belo trabalho, lindos textos.
já sou seu seguidor.
Fica na paz.
Queira conferir um pouco do humilde espaço veja:
http://umguiadecomoviverbem.blogspot.com/

Betha Mendes disse...

Gosto muito dos textos deste autor, e este tema precisa ser tratado com muito carinho e respeito!

abç

Betha

Dilso J. dos Santos disse...

Olhando os meus seguidores no Blog (CRONUTOPIA), deparei-me com um rosto agradável de se ver – não me entenda mal –, então cheguei até aqui e novamente fiquei de frente a um texto muito bacana e bem escrito que tem como fio condutor um posicionamento maduro e universal. Preocupei-me também em ver se tal pessoa era de fato verdadeira e, mais uma surpresa, estava de fronte a uma bibliotecária (adoro pensar que alguém ganha a vida cercado por livros). Agradou-me ver que está no meu encalço lá no CRONUTOPIA e, e isso não é contribuição, estou no seu também... Agora sigo também o seu Blog.
Um abraço querida!!!!

Artes e escritas disse...

Quando a tristeza não passa, o melhor a fazer é procurar o médico. Uma excelente observação. Um abraço, Yayá.

blog da Paraguassu disse...

Amada Lena,
Flávio Gikovate é tudo de bom, né?
Bela escolha de sua postagem. Parabéns!
Há anos atrás, quando tive câncer de mama, sofri uma depressão muito forte. Mas agora, lembrando daquela época, não me parece ter sido tristeza e, sim, uma vontade imensa de nada fazer e ficar dormindo eternamente. Quando acordava, apenas chorava muito, pelo menor motivo que tivesse. Foi uma fase muito dura. Consegui melhorar através de minha grande fé em Deus e na certeza de que, crendo n'Ele eu seria curada, como na realidade fui.
Munha querida, um grande beijo e um domingo com muita paz e luz.
Maria Paraguassu.

Bel Rech disse...

Um mal do século...Mas também posso pensar que, faltaria um pouco de espiritualidade..Pois tudo na nossa vida é possível acreditar e ter fé.Uma singela opinião sobre todo o texto...
Paz e bem

Meire disse...

Mamizita loira, depois quando vc for ver a minha postagem de hj "Relicário de gente", onde falo dos tipos de pessoas que achei pela blogosfera quero que clique em "pessoa estrela", é uma mensagem de amor e carinho subliminar! hihi, lá no CP dei explicações mais aprofundadas no assunto ;)
Que seu domingo seja ótimoo com os pequenitos e seu Dr. House, bjokitas caramelizadas!

Débora Andrade disse...

É Leninha, respondendo ao teu comentário... Algumas coisas do que escrevo, não são bem o que estou vivendo, digamos assim, são ficção. Além disso, os poetas sempre acabam despejando seus sentimentos nas palavras, o que torna o que escrevem, quase que um mar de sensações e sentimentos. Às vezes, é demais. Que bom que passo isso para você, amiga. Essa imagem de pessoa feliz, bem humorada, alto astral, porque é o que tento ser em tempo integral. Momentos tristes, todos temos, não é mesmo?!
Quanto ao seu post, minha amiga. É vero. Devemos estar sempre atentos. Até onde vai a tristeza? A partir de que momento, o quadro muda? Já passei pelos dois, e o segundo quadro é devastador, intenso. É aconselhável que não se chegue a ele. Não são todos que tem força e coragem para voltar quando entram nele.


Beijos,
Débora.

QUIM disse...

Passando para te deixar um beijo !estou de volta!bjs nessa alma linda.

QUIM disse...

Passando para te deixar um beijo !estou de volta!bjs nessa alma linda.

JAN disse...

Obrigada pelo belíssimo texto escolhido para nós, seus amigos/seguidores.
Obrigada pela parte que me toca.

O final simplifica: "Ao profissional de saúde cabe prestar o auxílio desejado pelo seu paciente segundo os critérios que sua consciência e formação lhe sugerem.".

Acredito muito em psicoterapia, mas sei que, em certos casos, não é suficiente

JAN disse...

LENA, EU PROCUREI PELA PSICOTERAPIA, NAS DUAS SITUAÇÕES MAIS GRAVES POR QUE PASSEI.
HOJE OS BICHOS ME AJUDAM MUITO;-)
SEM ELES, EU NÃO CONSEGUIRIA SEGURAR TODAS AS BARRAS.

ABRAÇÃO.

Regina disse...

Que bom ter a chance de ler Flavio Gikovate de novo. Obrigada por essa chance.

BRISA disse...

Amiga
vc como sempre nos dando uma aula de sabedorias.
Querida
"A essência de toda a vida espiritual
é a emoção que existe dentro de você,
é a sua atitude para com os outros.
Se a sua motivação é pura e sincera,
todo o resto vem por si.
Você pode desenvolver essa atitude correta
para com seus semelhantes baseando-se na bondade,
no amor, no respeito e sobretudo
na clara singularidade de cada ser humano."


* Dali Lama *


Desejo a você uma ótima tarde de Domingo
e um perfeito início de semana
Beijos meus cheios de carinho
Brisa

CaFoFo online@ disse...

Miga, bem explicadinho nesse texto as diferenças da depressão. O único problema que acho é que os médicos exageram um pouco quando receitam remédios, e como remédios controlados viciam, muitas vezes o depressivo se livra da depressão, mas nao se livra dos remédios.

Eu nao sei analisar se tenho ou nao depressão, acho tô mais pra um caso sem solucao kkkkkkkkkk

Mas de uma coisa eu sei, aquele coment que uma compotinha muito doce me deixou ontem, enquanto eu tava no décimo sono, me floriu a vida, enchendo de alegria meu coracao!!!!!!!

Eu é que tenho sorte, se por acaso tiver depressao já tneho um diva com direito a analista free pra deitar meu corpitio e relaxar a alma.

Ti amo compotinha, cê nao imagina quanto! Que Deus ilumine sempre tue caminho!

CaFoFo online@ disse...

Ahhh e antes que eu me esqueca de sair sem comentar... essa música é uma delícia, dá uma alegria incrível!
H tá me pedindo nesse momento pra mandar o nome dessa música pra ele hehe

Beijo alma de chocolate, ti love minha DJ de Brasília ;)