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29 de julho de 2010

Marcas poderosas

Imagem

As concorrentes Apple e Microsoft e a líder mundial de bebidas, Coca-Cola, ocupam os três primeiros lugares do último ranking publicado pela revista Forbes sobre as marcas mais valiosas do mundo.

A fabricante de computadores Mac, dos aparelhos iPod e dos telefones iPhone reina na primeira colocação da lista acessível hoje no site da revista, estabelecendo assim o peso da imagem de algumas das maiores empresas do mundo, bem como os efeitos da reputação para os lucros. A Apple foi avaliada em US$ 57,4 bilhões.

"Será preciso mais de um problema com a recepção da antena do iPhone 4 para que a marca Apple se veja afetada", assinalam os responsáveis da "Forbes", referindo-se à polêmica com o problema de antena do novo iPhone.

A Microsoft, fundada por Bill Gates, fica na cola da empresa dirigida Steve Jobs graças a um valor de US$ 56,6 bilhões. Atrás de ambas ficou a Coca-Cola, cujo império de bebidas conseguiu que sua marca, uma das mais reconhecidas no mundo todo, valesse US$ 55,4 bilhões.

Na lista das 50 empresas mais valiosas, cujos 30% foram dominados por empresas tecnológicas, outros dois gigantes do setor completam os cinco primeiros lugares: IBM (US$ 43 bilhões), que se beneficia de sua "forte inovação" no setor, e a Google (US$ 39,7 bilhões), cujo valor aumentou 450% desde 2005.

Na sequência do ranking, ficaram a rede de fast-food McDonald's (US$ 35,9 bilhões), o conglomerado General Electric (US$ 33,7 bilhões), a empresa de cigarros Marlboro (US$ 29,1 bilhões), a tecnológica Intel (US$ 28,6 bilhões) e a fabricante de telefonia Nokia (US$ 27,4 bilhões).

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24 de julho de 2010

Coca-Cola fashion




Se nos anos 60, uma singela lata de sopa inspirou Andy Warhol a fazer uma das obras mais representativas da pop art mundial, quem vive seus 15 minutos de fama agora, em pleno século 21, é outra latinha bastante conhecida.

Designers de diversas partes do mundo andam mexendo com a imagem consagrada da Coca-Cola, seja na versão em alumínio ou na garrafinha. O designer Harc Lee é um deles. Em seu site pessoal ele propõe uma versão totalmente sustentável da famosa latinha vermelha que exclui, justamente, a cor responsável por torná-la conhecida. Sua proposta é colocar informações mais logotipo da marca em alto relevo, facilitando, assim, a reciclagem do produto – já que não seria mais necessário primeiro separar a tinta do resto do material antes de reaproveitar o alumínio.

Outra imagem da Coca-Cola que anda circulando pela internet é uma versão quadrada de sua tradicional forma curvilínea. A ideia é do estudante norte-americano Andrew Kim, de apenas 18 anos, que publicou em seu blog diversas fotos de como o produto seria caso modificasse totalmente sua embalagem. A sugestão tem a ver, novamente, com a questão ambiental: Kim argumenta que o formato criado por ele economizaria espaço tanto na hora de transportar o produto, quanto dentro da geladeira, pois facilitaria o empilhamento.

Sem dar muita bola para a sustentabilidade e interessada mesmo em desvincular de vez a imagem da Coca-Cola como vilã da dieta alimentar, a empresa (agora oficialmente) vem investindo, há algum tempo, em uma pesada campanha para fazer o produto ser absorvido pelo mundo da moda. A última ação nesse sentido mexe pouco com formatos, mas traz uma assinatura cobiçadíssima entre os fashionistas. Trata-se do nome de Karl Lagerfeld, cuja silhueta icônica se tornou estampa de uma edição limitada do refrigerante (na versão light, é claro).

A garrafa customizada também ganhou novas cores: preto, branco e cor-de-rosa. Está sendo vendida, em um kit, na loja de design mais badalada da França, a Colette, em Paris. A caixa contendo um refrigerante style e um abridor de garrafa (com assinatura de Lagerfeld na base) sai por 47 euros. Lógico que as versões mais “verdes” da Coca-Cola têm menos chance de virarem hit do que aquela tocada pelo estilista da Chanel.

Ainda não foi dessa vez que o sustentável bateu o supérfluo, não é mesmo?


Autoria: Luciana Borges
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